terça-feira, 27 de julho de 2010

ONG Eco-Ação realiza o IV Pescando Informação

A preservação da vida do Estuário do Rio Curu é o objetivo primordial do Pescando Informação, realizado pela ONG Eco-Ação da cidade de Paracuru. O evento que envolve os pescadores da barra e seus familiares iniciou no último dia 23 com oficinas de Educação Ambiental, realizadas por representantes da Eco-Ação e Ibama, e finalizou com o Concurso da Pesca da Tainha e uma celebrada "basquetada", no dia 24.
Durante toda a sexta feira (23/07) discussões sobre a pesca predatória, vida marinha e pesca sustentável envolveram os pescadores da Barra do Rio Curu que já se encontram conscientizados e sabem sobre a importância do Estuário do Rio Curu para a preservação das espécies marinhas e a própria pesca.
O Concurso da Pesca da Tainha é o ponto alto do evento, no qual os pescadores vão para o seu local de trabalho, o estuário, pescar tainha com tarrafa e o grande vencedor é aquele que pescar a maior tainha. Este ano o vencedor foi o pescador Elaino que pescou a tainha de 0,34cm! Os pescadores Vicente, Pedro Lira, Naércio, Tobias e Manoel Pelona ficaram na segunda, terceira, quarta e quinta posições.
Como forma de confraternização todas as tainhas pescadas são assadas numa grande "basquetada".
No Pescando Informações todos os pescadores e participantes são vencedores e ganharam um prêmio valioso: a informação para a preservação da vida marinha e da pesca!!
A ONG Eco-Ação existe há 04 anos em Paracuru e desenvolve ações na área ambiental. Seja parceiro! Contato: ong.ecoação@yahoo.com.br


Pesca da Tainha o ponto alto do IV Pescando Informação

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Nós da Rede protesta e dá bom exemplo.



Cansados de ver um monte de lixo espalhado na praia durante os eventos da Prefeitura Municipal de Paracuru, integrantes da rede social Nós da Rede de Paracuru, em forma de protesto promoveram uma Ciscara do Lixo pondo, literalmente, a mão no lixo. Com ciscadores e sacos de lixo em apensas uma hora de coleta, 04 (quatro) integrantes da Nós da Rede encheram 14 sacos de lixo!!
A Ciscarada é mais uma forma de comunicar à Prefeitura de Paracuru sobre a urgência de políticas públicas quanto a destinação do lixo da praia. Há anos a Prefeitura no realiza a Regata de Jangadas de Paracuru configurando em um momento de fortalecimento da figura do pescador e entretenimento para moradores e visitantes desta bela cidade. No entanto, há anos, o descaso com a destinação do lixo tem sido marca impactante nos evento do poder público municipal.
Ausência de lixeiras em toda extensão da praia e principalmente no local do evento, nas quais os visitantes possam colocar o lixo produzido, tem deixado um rastro de sujeira em todo o litoral e no mar ao final do dia.
A questão do lixo na praia tem sido um debate constante nos espaços de discussão com a Prefeitura, em manifestação da população nas rádios locais, pelas instituições locais e regionais gerando ações de pesquisa e limpeza de praia e nada tem se feito enquanto política pública.
É sabido por todos do impacto do lixo na praia tanto para a vida humana quanto para vida marinha acarretando acidentes, doenças e mortes.

Com uma jangada como ponto de apoio, integrantes da Nós da Rede juntou uma parte do lixo produzido pela população no momento do evento chamando sua atenção sobre a necessidade da Prefeitura de Paracuru planejar seus eventos considerando aspectos essenciais como a destinação do lixo produzido, a implantação urgente de uma plano de destinação dos resíduos da praia e ampliação da educação ambiental para os moradores e visitantes.
E o protesto não pára por aí. Será enviada uma carta-protesto para todas as instituições envolvidas no evento: realizadores, promotores e patrocinadores.
É chegada a hora do poder público, sociedade paracuruense e visitantes deixar de achar natural o lixo despejado na praia para o mar limpar!!! O mar já tem sua sopa de lixo, os animais marinhos estão morrendo de inanição, engolindo sacos de plástico e pontas de cigarro.
A Nós da Rede espera que nos próximos eventos o lixo esteja no local no qual deve estar: na lixeira, não na praia!!!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Ívina Carla - 1º de Maio: Unidade para desorganizar

Antes de entrar de fato na opinião sobre o Dia do Trabalhador, quero deixar claro que não estou espalhando desilusão sobre o movimento popular organizado. A história nos conta como nasceu esse dia e a necessidade de tanta mobilização, principalmente quando ainda temos um inimigo “mascarado” que nos tenta vender ilusões.
Dentro de tantas bandeiras essenciais temos a Redução da Jornada de Trabalho, infelizmente o que poderia ser não foi, um grande agente mobilizador, onde as centrais sindicais deveriam ter unificado. Mesmo com todas as divergências, essa com certeza conciliaria e faria a diferença nesse dia. Lembrei agora do Grito da Terra em Iguatu (1997), quando aprendi que “Um povo unido é um povo forte,” e com isso ocupamos a cidade centro-sul do estado.
Voltando ao tema, eu não senti o ardor popular, e até compreendo que montar com ato- show é uma forma de mobilizar e já faz um tempo que esses instrumentos são usados, mas qual resultado tirado com isso? Concordo que as manifestações artísticas devem permear todos os eventos populares, mas uma coisa é a difusão cultural, outra coisa é reforçar estereótipos e rótulos criados numa sociedade e que nós não concordamos. O 1º de Maio tem um grande sentido, de luta, e que não podemos perder de vista.
Eu compreendo que as conjunturas são diferentes, mas a opressão à classe trabalhadora não é, tendo marcas e semelhanças muito fortes. Vendo o noticiário sobre o Dia do Trabalhador na Grécia [mais uma vez, não quero copiar nada] destaco a mobilização do povo, contra algo além de um pacote governamental, um dia marcado pelo confronto dominante x dominado e não vejo que lutar seja um crime ou algo arcaico ou fora de moda. Os trabalhadores precisam se reconhecer no processo mudancista e colocar pra fora a indignação frente às injustiças sociais. Reconheço também que vivemos um governo progressista e que obtivemos vitórias significativas, mas o sistema ainda é o mesmo, sendo necessária mais ousadia da nossa parte.
E a mídia? Essa merece vários comentários, cumpre o papel “desinformador” e através das edições de imagens e notícias “imparciais” continuam a dizer ao trabalhador que o dia é do Trabalho [mesmo que Getúlio tenha definido isso, eu não concordo] e ainda fazem reportagens que distorcem a realidade do que acontece no dia-a-dia dos que fazem a roda da fortuna girar no Brasil.
É revoltante assistir o Jornal Nacional e ver a repercussão tão empobrecida de um dia tão grandioso. É muito maldoso afirmar que as Centrais Sindicais recebem verba estatal pra financiar as mobilizações, como se isso fosse ilegal, pois bem, e esse veículos que há muitos anos recebem “rios” de dinheiro de publicidade oficial, que de fato é o que dá mais lucro a esses meios de comunicação e isso eles não falam, como se não necessitassem do aparelho governamental pra sobreviver.
Pra finalizar, penso que precisamos de um “reboliço” maior, desorganizar essa sociedade. Mesmo com as conquistas de direitos sociais, sabemos que ainda é pouco e existe a necessidade de engajar os trabalhadores e trabalhadoras em algo bem maior, passando pelo processo de conscientização popular, como diz uma letra da banda Natiruts “A consciência do povo daqui é o medo dos homens de lá”. Devemos lutar para conseguirmos influenciar mais no potencial de intervenção popular, conquistando as amplas massas e visando sempre desfazer a propaganda midiática de que o movimento está fragmentado ou enfraquecido. A história é para ser construída e nos cabe revolucionar essa edificação e com serenidade e de cunho revolucionário, eu vejo que o momento exige isso.

PS: Duas cenas que me emocionaram no 1º de Maio: na linha de ônibus Grande Circular 1, fitei um homem lendo durante o trajeto até o terminal de Messejana o Manifesto do Partido Comunista; a outra foi passar por uma ocupação do MST no José Walter. Muita gente, com risco de chuva, mas as pessoas permaneceram ali.

Ivina Carla é estudante de Jornalismo da Faculdades Cearenses (http://ivinacarla.blogspot.com/)

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Conferência municipal de saúde mental

Quarta-feira (14/04) acontecerá, no Salão Paroquial em Paracuru, a Conferência Municipal de Saúde Mental.
Todos estão convidados para mais este momento de participação popular.

terça-feira, 30 de março de 2010

REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE DE PARACURU

Próxima quarta-feira (31/03) haverá, no Núcleo de Educação em Saúde e Mobilização Social, reunião extraordinária do Conselho Municipal de Saúde (CMS), rua Coronel Astraugésilo S/N, Centro.
Em pauta para discussão: Plano de trabalho referente ao Projeto Estadual de Estruturação e Organização da Assistência Faramcêutica Básica.
A reunião tem início às 8h.

sábado, 27 de março de 2010

Nós da Rede em Itapajé

Ontem (26/03), Nós da Rede esteve na cidade de Itapajé apresentando nossa experiência para lideranças comunitárias da cidade de Itapajé.
A convite do do Sr. Antonio, presidente da Associação Cultural Flor da Terra, do bairro Conjunto São Francisco II, os componentes da nossa rede Jurandir, Edmundo e Anderson, realizaram um debate sobre redes sociais e controle social.

Estiveram presentes no debate, que ocorreu na creche do Conjunto São Francisco,  professores da rede municipal, sindicalistas, diretores de ONG e moradores do bairro.
Ao final foi encaminhado proposta de implantação de uma rede social na cidade de Itapajé, que será formalizada numa próxima visita da Nós da Rede no mês de abril.
Esperamos que este seja o primeiro passo para a expansão desta experiência rica e produtiva principiada em Paracuru com a Nós da Rede.

terça-feira, 23 de março de 2010

Desiguldade na saúde das mulheres

Postamos a seguir texto retirado do sítio virtual da Revista Fórum.

A saúde não é igual para a mulher pobre

Por Mirta Roses

"O tratamento sanitário no contexto da desigualdade de gênero se reflete na publicação da Organização Mundial da Saúde (OMS) “As mulheres e a saúde. Os dados de hoje, a agenda de amanhã” e em “A saúde das mulheres e dos homens nas Américas. Perfil 2009”, que a Organização Pan-Americana de Saúde (OPS) divulgou este mês. O avanço feminino na educação e no acesso ao mercado de trabalho nas Américas não foi parelho com similar progresso no exercício dos direitos à saúde. As desigualdades de gênero que impedem as mulheres de terem o máximo nível de saúde acentuam-se nas populações mais vulneráveis, como as pobres, indígenas, afrodescendentes, adolescentes e rurais.

Os graus de mortalidade materna, a evolução das infecções de HIV/aids e a violência são três dos aspectos examinados no estudo da OPS. Apesar de as mortes maternas serem evitáveis, persistem níveis muito altos nas Américas. A taxa de mortalidade materna é de 63,7% por cem mil nascidos vivos, com uma amplitude que vai de 8,8 no Canadá a 630 no Haiti. A mortalidade materna é a primeira causa de morte nas mulheres entre os 15 e 24 anos em alguns países. Isto se deve a desigualdades na prevenção e na atenção.
Assim, a mortalidade materna é menor quando as mulheres têm acesso ao planejamento familiar, mas o estudo revela que as adolescentes, as indígenas e as pobres são as mais afetadas pela falta de assistência. Da mesma forma, o acesso a cuidados profissionais na gravidez e no parto apresentam grandes disparidades, com as mulheres daqueles mesmos setores sendo as mais prejudicadas. Nos últimos anos, o HIV (vírus da deficiência imunológica humana) aumentou rapidamente entre as mulheres, com proporções mais altas do que nos homens e em alguns países do Caribe e da América Central, especialmente no grupo de 15 a 24 anos de idade.
A violência contra as mulheres é um problema de saúde pública que afeta todos os grupos de população das Américas. A violência física aparece junto com a psicológica e muitas vezes com a sexual. O impacto desta na saúde reprodutiva pode ser grave, inclusive com risco de contrair o HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis. Nos países com informação disponível, registra-se alta prevalência de violência física e sexual contra a mulher por parte do marido ou companheiro. A proporção de mulheres que declararam ter sofrido violência física varia entre 14% e 52%, enquanto a violência sexual tem amplitude de 4% a 15%.
O perfil da mortalidade continental mudou nas últimas décadas. Na maioria dos países, afecções crônicas degenerativas e causas externas, como acidentes e homicídios, vão deslocando doenças transmissíveis como causas principais de morbidade e mortalidade. Essa mudança tem um efeito desproporcional nas mulheres. A crescente prevalência de doenças crônicas, somada à privatização da saúde, elevou a demanda por atenção sanitária nos lares, tarefa assumida sobretudo pelas mulheres, sem reconhecimento social nem econômico, nem ponderação das consequências sobre sua saúde física e mental.
Há estudos mostrando que algumas mulheres se veem obrigadas a deixar seus trabalhos remunerados para cuidar em suas casas de pessoas que precisam de atenção. Após cem anos de luta pela igualdade de gênero, houve avanços inegáveis, mas ainda temos muito caminho pela frente. É necessário elevar a consciência e mobilizar energias da sociedade civil para exigir políticas públicas que, com decisão, firmeza e celeridade, corrijam as desigualdades que afetam a saúde das mulheres".
Publicado por IPS/Envolverde. Crédito da imagem: Fabrício Vanden Broeck.

terça-feira, 16 de março de 2010

Desnaturalizar os preconceitos e os mitos contra a mulher.

Desnaturalizar foi um das palavras mais usadas pela palestrante Lourdes Góes, Gestora de Políticas da Mulher da Prefeitura de Fortaleza, na palestra realizada no dia 12 de março, num evento alusivo ao centenário do Dia Internacional da Mulher, no auditório da ABIP. Desnaturalizar os mitos que se referem aos papéis da mulher na sociedade atual.
Em sua palestra, Lourdes Góes apresentou um histórico dos 100 anos do Dia Internacional da Mulher e apresentou as conquistas das mulheres ao longo deste século, bem como os problemas ainda a serem enfrentados para a garantia de uma sociedade mais justa e igualitária.
O direito ao voto, a inserção no mercado de trabalho, atenção à saúde da mulher são conquistas relevantes.
No entanto, discriminação, jornadas duplas de trabalho e a violência são problemas ainda serem combatidos.
O debate que se sucedeu à palestra se encaminhou para o engajamento de mulheres presentes no processo de desnaturalização dos processos sociais, com a preocupação constante em relação à violência que acomete diversas mulheres na cidade de Paracuru.
Além do tema violência, mulheres e homens debateram temas de relevância como a legalização do aborto, a ditadura da beleza, a exploração do trabalho da mulher pela mulher, divisão sexista do trabalho.
Com o desenrolar do debate foi proposta a formação de um grupo de mulheres que teve a adesão de cinco mulheres que iniciarão um trabalho em breve.
Além do debate, boas músicas fizeram parte do evento na voz do cantor Domício.
A citação “Que nada nos defina, que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa substância” foi dita no final do evento e que traduziu o novo momento instaurado na vida de mulheres e homens ali presentes.

terça-feira, 9 de março de 2010

100 ANOS DO DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Há 100 anos, no dia 08 de março, comemora-se o Dia Internacional da Mulher. Esta data foi instituída em homenagem a um grupo de mulheres que tiveram suas vidas massacradas por lutar por trabalho digno.

No entanto, o objetivo desta data não é apenas comemorar, mas também discutir o papel da mulher na sociedade atual. Na maioria dos países, neste dia,realizam-se conferências, debates e reuniões que levam milhares de mulheres a refletir sobre o seu modo de estar na sociedade.
E é com este intuito que a rede social Nós da Rede convida a todos para comemorar o Dia Internacional das Mulheres, no dia 12 de março, às 18 horas, no auditório da ABIP, com um debate com a Gestora de Políticas para as Mulheres da Prefeitura de Fortaleza, Lourdes Goes, enfermeira, professora universitária e sócia-fundadora da ONG Feminista Casa Lilás.

Participe desse momento!!

terça-feira, 2 de março de 2010

Jornada de mulher grávida poderá ser reduzida em duas horas

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 6273/09, do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que reduz em duas horas a carga horária diária de trabalho da mulher grávida, a partir do sétimo mês de gestação. Se aprovada, a medida será incluída na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT - Decreto-Lei 5.452/43), na parte que trata da proteção à maternidade.
Jovair Arantes afirma que o projeto significa um investimento social de longo alcance, beneficiando a mulher e o bebê. A mulher, diz, terá melhores condições de trabalho nas últimas semanas e poderá aproveitar o tempo livre para se programar para a chegada da criança.
"Nas últimas 16 semanas de gravidez, as gestantes costumam ter ganho importante de peso, quando o feto dobra de tamanho e elas carregam uma barriga de pelo menos 5 quilos, incluindo a placenta. É inquestionável o sacrifício físico a que elas se veem submetidas", observa o deputado.

Mudança no comportamento
A medida, diz ainda Arantes, junta-se a outras que também beneficiam a maternidade, como a ampliação da licença de quatro para seis meses, mediante incentivo fiscal às empresas (Lei 11.770/08), e a extensão do direito à licença e ao salário-maternidade à mãe adotiva (Lei 10.421/02).
"Temos verificado uma mudança no comportamento da sociedade brasileira em relação às gestantes. Se antes os benefícios concedidos podiam ser vistos como 'mordomias', hoje as pessoas já os veem como direitos importantes para preservar a integridade do feto", afirma o parlamentar.

Tramitação
O projeto tramita em conjunto com os PLs 3610/08 e 4653/94 e outras 25 propostas que tratam de jornada de trabalho. Os textos serão analisados de forma conclusivaRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário. pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara